domingo, 1 de abril de 2018

A importância do corpo físico e do corpo etérico


- Notamos que há uma grande valorização do poder e da força mental nas lides apométricas. Às vezes, parece-nos que os corpos físicos e etéricos são dispensáveis, diante das altas energias cósmicas que são invocadas de esferas superiores elevadíssimas, por alguns operadores dirigentes. Afinal, qual a finalidade desses corpos na Apometria?

Ramatís: - O corpo físico é um depósito de energia animalizada indispensável aos trabalhos socorristas conduzidos pelos espíritos do “lado de cá”.
Se a dinâmica apométrica fosse só de altas energias cósmicas, provindas de esferas superiores elevadíssimas, não precisaríamos, nessas lides, dos encarnados, normalmente desconcentrados, irrequietos, instáveis, irritadiços e impacientes. É ilusória a aparência que a maioria de vós assume nos dias do encontro semanal do grupo. Não bastam algumas poucas horas de aparência evangélica para se interiorizar verdadeiramente a convivência fraterna e crística.
O desprezo pelo corpo físico é um condicionamento milenar de certos cidadãos, como se o ascetismo vos purificasse para os contatos angélicos. Quantos saem dos atendimentos com o estômago apertado e doído de fome? Ou com os corpos cansados pelo dia extenuante, cheio de tarefas atrasadas? Não vos coloqueis como santos nas lides com o Além. Vossos corpos físicos e etéricos são potentes condensadores energéticos para as curas e o socorro. Por si, o poder mental dilatado dos encarnados se torna dispensável aos espíritos benfeitores do “lado de cá”, se dissociado ao magnetismo animal.
Lembrai-vos de que as zonas abissais e o Astral inferior estão repletos de individualidades de grande conhecimento e enormes capacidades mentais, mas incapazes de demonstrar um resquício de amor, por mais singelo que seja. As energias sublimadas das altas esferas se movem pelos sentimentos verdadeiros, e o amor é e continuará sendo o motor do combustível cósmico. O conhecimento sem sentimentos elevados movimenta facilmente as formas mentais pardacentas e pestilenciais próprias de corações áridos e exaltados pelos egos avantajados.

Livro Vozes de Aruanda. Norberto Peixoto. Ramatís, Editora do Conhecimento.
*Grifos do Blog.

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